sábado, janeiro 13, 2007
Tolerância democrática (ou a falta dela)

Descubra as diferenças entre os comentários anónimos aos posts de um assessor do maior partido da oposição e de um assessor do governo regional.

Elucidativo, não é?

 
Postado por Rui Lucas em 1/13/2007 |


6 Comments:


  • 14 janeiro, 2007 12:26, Anonymous Anónimo

    Caro amigo esse luis cabral não é o que está a pensar, já tive uma conversa com ele e garantiu-me estar ausente disso tudo.

     
  • 14 janeiro, 2007 16:07, Anonymous Anónimo

    Percebo perfeitamente que um jornalista sem trabalho tenha que se virar para algum lado.
    Agora em relação ás assessorias todos têm telhados de vidro.
    Só não percebo uma coisa: muitas das secretarias regionais só passaram a ter assessores quando alguns jornalistas ficaram desempregados e lhes foram bater a porta.Como é afinal, as secretarias precisam mesmo desses assessores ou os assessores é que precisam de trabalho?
    Basta lembrar o que aconteceu com a saida de vários jornalistas do Expresso das Nove.
    Marco Silva foi para a Agricultura, Luis Filipe Cabral para a Economia, Jose de Sousa para o Ambiente.
    Mais recentemente Nuno Mendes foi par assessor de Vasco Cordeiro e Sara Almeida Santos para assessora de Sergio Ávila. Sairam do Jornal dos Açores que pouco depois fechou a porta! O Rui Lucas foi apanhado tambem sem trabalho.Foi para assessor do PSD.
    Quem precisava de quem? Ele ou o partido? Mas se era o partido, só descobriu essa necessidade quando Rui Lucas ficou disponível? E se o Rui tivesse continuado no Jornal?

     
  • 14 janeiro, 2007 21:53, Anonymous Anónimo

    Muito bem visto e oportuno. As assessorias foram criadas com uma missão de santa casa.

    Mas há uma coisa: Um assessor é um profissional como outro qualquer, só nos açores é que ficam logo conotados. No continente, há acessores, bons, que já trabalharam nos dois partidos.mas aqui tudo tem de ter um rótulo. os assessores,nesta matéria, têm o meu respeito.

     
  • 14 janeiro, 2007 21:54, Blogger jocaferro

    Ainda bem que a referência são os "anónimos"...
    Fico mais descansado!
    @braço.

     
  • 15 janeiro, 2007 10:09, Blogger luis cabral

    O sr.Lucas queixa-se e geme pela forma como terá sido "insultado", recorrendo a comparações com quem, teoricamente, exerce funções semelhantes.
    Há apenas uma diferença significativa. É que uma coisa é optar por desempenhar as funções de assessor, no governo ou na oposição, por decisão própria e pesando as vantagens e desvantagens do cargo. Nesta situação encontram-se os mais variados assessores e adjuntos que sabem que, quando terminarem as suas tarefas, regressam às suas actividades profissionais.
    Outra situação é a do sr. Lucas que, renegando tudo o que havia escrito e dito publicamente, se vende por um miserável prato de lentilhas apenas porque tinha perdido o emprego e precisava de um meio de subsistência.
    Hoje o sr. Lucas é assessor do PSD como poderia ser de outra entidade qualquer, desde que lhe tivessem oferecido uma malga onde pudesse chafurdar à vontade.
    O sr. Lucas revelou ser um mero oportunista, que se vendeu a quem terá oferecido mais, sem pinga de ética ou de dignidade.
    Essa é a diferença que o sr. Lucas tenta ocultar. É como cão que não conhece dono, lambendo as mãos a quem lhe enche a barriga...
    E depois ainda se queixa de haver quem diga que o rei vai nú...

     
  • 20 janeiro, 2007 16:35, Anonymous Anónimo

    Que falta de nível...! Ou será inveja?