“Será assim tão estranho, tão descabido, ver com olhos de ver, esta cidade, que não é apenas sede da Direcção Regional da Cultura, mas que é também Património Mundial da Humanidade, sede do Bispado, que tem entre as suas gentes artistas capazes das maiores manifestações artísticas, e não só em termos amadores – vejam-se os grupos de teatro, de música, artistas plásticos e escritores – como capital açoriana da cultura?”
Eu cá não tenho problema nenhum em ver Angra como “Capital Açoriana da Cultura”. Só penso que a reacção da senhora se deve apenas ao facto de temer que a sua cidade perca esse estatuto para Ponta Delgada. Que me desculpem, mas já não há pachorra! O bairrismo doentio é um autêntico “cancro” dos Açores. E se esta Região não tem, por decisão dos que fundaram a actual Autonomia, uma capital política ou administrativa, porque raio há-de ter uma “capital” da Cultura?






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