domingo, outubro 29, 2006
Aqui há gato....

“O quarteto de humoristas Ricardo Araújo Pereira, Zé Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis estão de regresso, mas esta segunda série do «Gato Fedorento» designada «Diz que é uma espécie de Magazine», é radicalmente diferente da anterior série «Lopes da Silva».
É um programa de comédia sobre a actualidade, em que fazem o comentário humorístico daquilo que se passou durante a semana.
O programa é gravado com público ao vivo, num estúdio onde estão, sempre, os quatro apresentadores. Há um fio condutor, que são os comentários feitos pelos quatro ao vivo, que apresentam os sketches pré-gravados.As principais diferenças entre estes sketches e os do Gato Fedorento "Lopes da Silva" são as seguintes: além de se debruçarem sobre a actualidade concreta do país e do mundo, contam com a participação de figuras públicas convidadas, a fazer delas próprias. São convidados desde futebolistas a músicos, passando por gente do mundo dos lacticínios. "
In rtp.pt

O humor deste “gato” foi sempre criado a partir do intemporal . De momentos que marcam uma sociedade, um povo, de uma circunstancia da vida ou da historia. Um humor sem tempo e muito menos sem “presente” imediato. Todavia, e a ver pelo que se escreve, vai mudar de estratégia. Para um humor baseado na actualidade, talvez.... “Contra Informação”?!!!. Na minha opinião, uma aposta Errada! Quase todo o humor que se faz em Portugal vai ao encontro desse pressuposto, da actualidade. Resta-me esperar para ver. Gosto do cheiro deste gato!!! Há anos que sigo as suas “miadelas”.
Para ver, este domingo, no Canal-1, - 20.30!!!
 
Postado por Rui Goulart em 10/29/2006 |


6 Comments:


  • 29 outubro, 2006 19:15, Blogger Jose Augusto Soares

    Deixemo-nos de fantasias: o "gato" é só um, o Ricardo Araújo Pereira. Depois o Zé Diogo Quintela, a muita distância do primeiro, tem certas piadas aproveitáveis. Os outros dois compõem o ramalhete, e mal.
    Há uma enorme desproporção de talento entre RAP e os outros. Talvez por isso haja tanto desequilíbrio nas rábulas em que RAP não participa.

     
  • 29 outubro, 2006 20:17, Anonymous Rui Goulart

    Caro José Augusto:

    Concordo que o RAP é de facto o “gato” com mais talento na representação. Contudo, o Diogo é também muito bom na elaboração nos textos. Conheço o seu trabalho e talento.
    Os gatos valem pelo seu conjunto e marcam a diferença no panorama nacional. É verdade que não inventaram nada, mas tiveram ousadia. Partiram do nada e quebraram as, difíceis, barreiras que são montadas no mundo artístico em Portugal.
    Pessoalmente, admiro muito estes “putos”.

    Abraço

     
  • 30 outubro, 2006 00:35, Blogger Jose Augusto Soares

    Repare, concordo consigo.
    Aliás, também sublinhei a diferença entre 2 e os outros dois.
    O conjunto escapa, mas não disfarça essa diferença.
    No programa de hoje, isso foi notório.
    O "Paulo Bento" é de antologia, tal como o "Calceteiro". Quem os fez?..
    Mas são uma "lufada" de ar fresco no humor nacional, que bem precisado estava. Está.

     
  • 30 outubro, 2006 07:32, Anonymous Rui Goulart

    Concordo...

    A cena do Paulo Bento é de antologia!!!

     
  • 30 outubro, 2006 09:15, Blogger Francisco Costa

    Eu acredito que eles só valem como conjunto. Uns terão mais jeito para escrever e pensar nos sketches outro para representar, mas aposto que se os separam deixam de ser aquilo a que estamos habituados. Nos quartetos musicais há sempre um solista, nos gatos fedorentos a coisa é mais ou menos assim.

     
  • 30 outubro, 2006 21:46, Anonymous Anónimo

    Embora eu reconheça, que o Ricardo Pereira é o génio dos 4, também concordo com o Zé Braçado quando afirma que eles valem pelo todo.

    A do Paulo Bento foi divinal, colossal.....o Herman já é passado.

    crede madrinha