o jornal que saiu para as bancas com o propósito de derrotar o Expresso vai acabar por não ver o sol. morre esta sexta feira, ingloriamente, mantendo cerca de nove mil fiéis, nos quais só não me incluo porque deixei de o comprar há muito pouco tempo.
comecei a ler o independente desde o primeiro número: o furor dos anos do cavaquismo, a construção do fenómeno pp e o declínio, iniciado com o avanço do guterrismono final dos anos 90. começou com uma magnífica revista, e com um tipo de jornalismo que acabou por tornar-se um modelo para todos. foi, digamos, um visionário do jornalismo justiceiro, do se-há-fumo-só-pode-haver-fogo-mesmo-que-depois-se-descubra-que-afinal-era- só-poeira. melhor dizendo: a morte do independente deriva muito do facto de agora se publicarem independentes todos os dias
comecei a ler o independente desde o primeiro número: o furor dos anos do cavaquismo, a construção do fenómeno pp e o declínio, iniciado com o avanço do guterrismono final dos anos 90. começou com uma magnífica revista, e com um tipo de jornalismo que acabou por tornar-se um modelo para todos. foi, digamos, um visionário do jornalismo justiceiro, do se-há-fumo-só-pode-haver-fogo-mesmo-que-depois-se-descubra-que-afinal-era- só-poeira. melhor dizendo: a morte do independente deriva muito do facto de agora se publicarem independentes todos os dias






Bem visto, Nuno.
Cresci com esse jornal, lembro-me do seu poder, o mediatismo que provocava à sexta feira. Nessa altura, para os alunos de jornalismo era um manual de curso.
É pena... talvez seja o reflexo do que diz um artigo da prestigiada revista "The Economist" (ver no, sempre interessante, blog Chá Verde)http://chaverde.blogspot.com/.