Morrer de amor é possível. A confirmação chega através de um estudo científico que comprova o que há muito defende a voz do povo.Nicholas Christakis, um dos autores do trabalho que, pela primeira vez, passou para a prática o que a teoria há muito defende – que a morte ou a hospitalização do cônjuge aumenta o risco de morte para quem fica –, não hesita em classificar o resultado do estudo como surpreendente.Depois de analisar mais de meio milhão de casais com idade superior a 65 anos, verificou que o período em que o risco de morte é maior surge nos 30 dias seguintes à hospitalização ou morte do parceiro. Concluiu ainda que, “quanto mais debilitantes as doenças, maior a probabilidade de doença ou morte para o parceiro”. Isto porque os problemas do companheiro podem privar o parceiro de apoio emocional, económico ou prático, e aumentar os níveis de stress.
"Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura"
(Nietzsche)






Ahhhh
morrer de amor
é bem melhor
do que viver a vida sem te teeeeeeer
Stiviuander ?
Reixarles ?
José Cid ! (offcourse)
Decorria o ano de 1981!
Estudos científicos para quê?
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