quarta-feira, agosto 30, 2006
Morrer de amor...
Morrer de amor é possível. A confirmação chega através de um estudo científico que comprova o que há muito defende a voz do povo.

Nicholas Christakis, um dos autores do trabalho que, pela primeira vez, passou para a prática o que a teoria há muito defende – que a morte ou a hospitalização do cônjuge aumenta o risco de morte para quem fica –, não hesita em classificar o resultado do estudo como surpreendente.Depois de analisar mais de meio milhão de casais com idade superior a 65 anos, verificou que o período em que o risco de morte é maior surge nos 30 dias seguintes à hospitalização ou morte do parceiro. Concluiu ainda que, “quanto mais debilitantes as doenças, maior a probabilidade de doença ou morte para o parceiro”. Isto porque os problemas do companheiro podem privar o parceiro de apoio emocional, económico ou prático, e aumentar os níveis de stress.


"Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura"
(Nietzsche)
 
Postado por Rui Goulart em 8/30/2006 |


2 Comments:


  • 30 agosto, 2006 12:23, Blogger jocaferro

    Ahhhh
    morrer de amor
    é bem melhor
    do que viver a vida sem te teeeeeeer

    Stiviuander ?

    Reixarles ?

    José Cid ! (offcourse)

    Decorria o ano de 1981!

    Estudos científicos para quê?

    8)

     
  • 30 agosto, 2006 23:13, Anonymous Anónimo

    Morrer de amor, sim, sim, estudos para q?...Mas, matar por amor? Ser morto por amor? Se calhar isto anda tudo ligado, sei lá...antes eles do q eu...