quarta-feira, agosto 30, 2006
e por falar em amor...

Portugueses continuam a matar e morrer por amor



Licínio Lima e André Carrilho

Vimos por este meio dizer que as nossas vidas acabam aqui." O fim anunciado em 11 palavras.

Carla, 29 anos, estava separada há um mês. Nesse dia o telefone tocou. Era Leonel, 38 anos, a pedir que o acompanhasse aos Correios, em Vila Franca de Xira. Havia uma carta para levantar. Sem resistência, concordou. Afinal, havia ainda a uni-los as contas bancárias e outros compromissos. Mas Leonel fez um desvio no caminho e forçou-a a abrir a carta que ele própria escrevera com destino selado. Onze palavras que Carla leu até ao fim. Leonel, que não suportava a separação, disparou ali um tiro de caçadeira. Sobre ela. Depois, sobre si. Ficou um filho de 11 anos.
 
Postado por nuno mendes em 8/30/2006 |


6 Comments:


  • 30 agosto, 2006 14:58, Blogger Luísa Silva

    Oh meus amigos! Que é isso? Que drama de faca e alguidar se passa hoje por esse blog fora.
    "Peguei a gripe do amor"?!

     
  • 30 agosto, 2006 15:43, Blogger gm

    Pois o AMOR é o que queremos que ele seja, com tiros, facas, garfos, alguidares, bengalas, gripes, nos jornais...enfim tudo e nada ao mesmo tempo!

     
  • 30 agosto, 2006 18:34, Blogger Miguel Decq Motta

    Amor...
    hum...

     
  • 30 agosto, 2006 20:25, Blogger Caiê

    Antigamente, só o jornal do crime é que pegava em histórias destas.

     
  • 30 agosto, 2006 22:32, Anonymous Anónimo

    "Leonel q não suportava a separação..." Matar por, Amor? O Amor é o q nós queremos, mas não será apenas isso? Os outros não têm q querer o mesmo...Afinal é preciso dois para dançar o tango certo? Assim mais tipo...Romeu e Julieta?

     
  • 31 agosto, 2006 09:49, Anonymous Anónimo

    Morrer por Amor, está provado q sim... Mas Matar por, AMOR?, Será melhor dizer Matar por amor próprio? Enquadrar-se-á o orgulho na "compreensível emoção violenta", no Homicídio priveligiado?