quinta-feira, novembro 29, 2007
aliás, se descontarmos o preço até podemos garantir que a banda larga é grátis
O preço da Internet de banda larga fixa em Portugal para as ofertas de quatro Mbps - as mais utilizadas - é 46 por cento mais baixo que a média da União Europeia (UE) a 15, avançou ontem a Anacom, no âmbito de um estudo que compara o valor das assinaturas mensais em vigor entre Junho e Novembro de 2007.
O estudo faz a comparação internacional de preços sem IVA, sem incluir o valor da assinatura mensal, no caso dos operadores históricos, e sem a correcção da paridade de poder de compra (PPP), uma opção que a Anacom diz ter tomado para expurgar os factores exógenos aos prestadores de serviços, como a política fiscal e os diferentes níveis salariais. As conclusões são, porém, bem distintas das avançadas recentemente pela Autoridade das Concorrência (AdC), que colocava os preços da banda larga em Portugal acima da média europeia (ver PÚBLICO de 22/10/2007). A AdC usou um método diferente, o da PPP, comparou velocidades diferentes e incluiu na análise o preço da assinatura, que no caso do operador histórico nacional ascende a 15 euros por mês (sem IVA).

Público, link não disponível
 
Postado por nuno mendes em 11/29/2007 |


3 Comments:


  • 29 novembro, 2007 11:03, Anonymous Anónimo

    Nem mais, só serve para tapar os olhos ao Zé Povinho. De outro modo como é que esta gente sobreviva? Bons carros, cartões de crédito, viagens pagas e para os gestores não se cansarem muito, arranja-se uma equipa para pensarem por eles fazerem como se diz o trabalho de casa para virem dar uma para a comunicação social, a trabeilheira que os rapazinhos têm! E assim anda o nosso País.

     
  • 29 novembro, 2007 17:52, Anonymous jose augusto soares

    E terão comparado com a média salarial dos países europeus?

     
  • 29 novembro, 2007 18:37, Blogger nuno mendes

    pelo que percebi, eles não compararam nada com nada. ou melhor, compararam nada com nada:

    O estudo faz a comparação internacional de preços sem IVA, sem incluir o valor da assinatura mensal, no caso dos operadores históricos, e sem a correcção da paridade de poder de compra (PPP), uma opção que a Anacom diz ter tomado para expurgar os factores exógenos aos prestadores de serviços, como a política fiscal e os diferentes níveis salariais.