quinta-feira, janeiro 18, 2007
Backgrounds diferentes vontades iguais


Chama-se Burkini e foi criado por uma estilista australiana especialmente para as mulheres muçulmanas.

Conjuga o conceito ocidental de biquini com a oculta burka e é um sucesso entre as muçulmanas que já compraram 9 mil exemplares.

Uma moda que, por cá não deve pegar (a não ser que interesse a mergulhadores ou aos amantes do body board).

A verdade é que elas podem ir à praia e "sentirem-se mais livres".

Foto: Portugal Diário

 
Postado por Luísa Silva em 1/18/2007 |


8 Comments:


  • 18 janeiro, 2007 12:47, Anonymous Anónimo

    Cara Luísa,
    ...apetecia-me mandar esta malta fundamentalista para o além. Mas o Diabo é que estes filhos de Alá parece que têm lá em cima uma espécie de bordel santificado com resmas de virgens para os mártires ,e porventura, meia dúzia de eunucos para as beatas de Burkini !!! Deus nosso Senhor nos livres desta pandilha...
    JNAS

     
  • 18 janeiro, 2007 13:35, Blogger Rui Lucas

    Cara sócia, já te estou a imaginar de "burkini" na praia das Milícias. LOL

     
  • 18 janeiro, 2007 15:45, Blogger jocaferro

    Liberdade de imaginação!

    Fora com o Burkini!

    Movimento Anti-Burkini

     
  • 18 janeiro, 2007 22:10, Blogger Pedro

    é apenas um pequeno detalhe, mas a ortografia correcta é bodyboard.

     
  • 19 janeiro, 2007 10:17, Blogger Luísa Silva

    Caro Pedro, sempre a aprender e quem sabe sabe.
    Se é preciso não separar o body da board, preciso é. ;-)

     
  • 19 janeiro, 2007 12:20, Anonymous joseaugustosoares

    Que tristeza!
    Estamos no século XXI, senhores...

     
  • 21 janeiro, 2007 18:24, Blogger João Nuno

    imagino a tristeza que deve ser a Playboy em edição Iraniana ou a Penthouse publicada na Arábia Saudita...resmas de camaféus literalmente amarfanhadas naqueles trapos que conservam e destilam os odores de mil e uma noites sem tomar banho. Apre.
    JNAS

     
  • 21 janeiro, 2007 18:24, Blogger João Nuno

    imagino a tristeza que deve ser a Playboy em edição Iraniana ou a Penthouse publicada na Arábia Saudita...resmas de camaféus literalmente amarfanhadas naqueles trapos que conservam e destilam os odores de mil e uma noites sem tomar banho. Apre.
    JNAS