terça-feira, março 14, 2006
Mero azar ou tendência?
O número de dormidas na hotelaria tradicional açoriana registou em Janeiro de 2006 uma quebra de 23,7 por cento em comparação com igual período do ano passado. As receitas do sector também sofreram um decréscimo face ao período homólogo: os proveitos totais caíram 22,5 por cento e os de aposento 15,2. Mais informações aqui.
 
Postado por Rui Lucas em 3/14/2006 |


6 Comments:


  • 14 março, 2006 17:21, Blogger nuno mendes

    suecos.

     
  • 14 março, 2006 17:51, Blogger Rui Lucas

    E suecas.

     
  • 14 março, 2006 18:45, Blogger Nuno Barata

    Serão muitos factores entre os quais não estarão alheios os suecos. Contudo, esses parece que não fazem cá grande falta.
    Eu não sou daqueles que está à espera que o turismo nos Açores seja um fracasso. Já vivi o suficiente para saber que se as coisas correrem mal serei o primeiro a sofrer com isso e os responsáveis ficam impunes. Contudo, não acredito nem um bocadinho no futuro desse sector da forma como o Governo Regional o tem trabalhado.

     
  • 14 março, 2006 19:28, Blogger nuno mendes

    barata,

    eu tb não quero que o turismo seja um fracasso. mas parece-me que este número está directamente relacionado com a ausência dos suecos. Se não estiver é que é pior.

     
  • 15 março, 2006 14:20, Blogger K2ou3

    São as margens de perca das probalidades do jogo que é a grande aposta no Turismo, quando temos tão pouco e mal organizado para oferecer, os que cá estiveram não voltam nem divulgam.
    Não nos esqueçamos que uma ilha se v~e em 24 horas, á noite não há o que fazer, e os turistas, que não conhecem os cantos á casa, ainda passam fome ao Domingo.
    Por tudo isso, penso que o melhor turismo para os Açores tem que ser aquele de curta duração e muito bem organizado, sem rivalidades e muita mobilidade entre ilhas.
    O turista que vale a pena quer sossego, mas tambem quer estar ocupado, não só enchendo as vistas de natureza, que começa já a rarear.

     
  • 16 março, 2006 09:38, Blogger Paulo J. Ribeiro

    É preciso profissionalizar o sector e ter dirigentes que percebam do assunto. Não podemos continuar a pensar que basta ter uns conhecimentos sobre as questões turísticas para se estar apto a definir objectivos e muito menos estratégias. A gestão pública do sector precisa de gente conhecedora e capaz.